Albuquerque diz que setor elétrico e a engenharia civil são “áreas bem avançadas” na Madeira

O presidente do Governo Regional considerou hoje que os setores da energia e da engenharia civil são “duas áreas bem avançadas” da Madeira.

Tal como os engenheiros e técnicos madeirenses “altamente competentes” foram capazes de erguer pontes e criar túneis que são hoje “obras de arte”, também ao nível da energia a Madeira detém uma “capacidade histórica” que apresenta resultados “dos mais avançados a nível europeu”, disse Miguel Albuquerque, durante a inauguração do novo Centro Operacional de Rede Elétrica da Empresa de Eletricidade da Madeira, localizado na Rua Doutor Pestana Júnior, no Funchal.

Albuquerque destacou que a elétrica madeirense tem uma “tradição de inovação”, apontando para o trabalho na componente hídrica, que torna a EEM uma das empresas de eletricidade “mais avançadas da Europa”.

“Nós temos alguns projetos como o do Paul da Serra, o qual tivemos grandes dificuldades em aprovar em Bruxelas, porque eles não conseguiam compreender qual era a funcionalidade daquele projeto, que faz o abastecimento da central através do sistema hídrico e depois é reabastecido através da energia eólica”, exemplificou o chefe do governo. A “isso chama-se inovação”, concluiu, ato contínuo, perante uma assistência composta por funcionários da empresa e representantes da comissão de trabalhadores.

Antes, Francisco Taboada, presidente da Empresa de Eletricidade da Madeira (EEM), tinha destacado a importância da inauguração das novas instalações, que passam a concentrar os piquetes de iluminação pública e a central de controlo da toda a rede do Funchal.

O presidente da EEM elogiou a “qualidade” que as novas instalações passam a oferecer aos trabalhadores, algo que, nas palavras de Taboada, está “ao melhor nível”.

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