Depois de ter deixado a Venezuela em direção a Miami, nos EUA, Emanuel Câmara, presidente da Câmara Municipal do Porto Moniz, diz ter sentido uma Venezuela “um pouco mais confortável”, um país que, conforme defende, se for bem ‘conduzido’ tem todas as condições para aproveitar todo o potencial local e dos emigrantes.
Reconhecendo que a componente da segurança é, de facto, muito importante, o autarca crê que a Venezuela, que foi e continua a ser um país de acolhimento de muitos madeirenses, tem todo o potencial para que as pessoas que escolhem ali se fixar, sejam bem-sucedidos.
Porém, o autarca do Porto Moniz espera que, tanto na Venezuela como em Miami, a comunidade madeirense não se esqueça da terra Natal, que precisa também do seu contributo, das suas experiências e dos seus investimentos.
“Falando particularmente na Região e do Porto Moniz, seria importante que esta mística se mantenha para que os filhos e os netos daqueles que partiram da Madeira voltem às suas terras e se preocupem, criando condições para recuperar património edificado pelos seus antepassados”, defende, convicto de que seria uma mais-valia.



