O comerciante João Alberto da Silva, de 62 anos, natural do bairro de Santo Amaro, no Funchal, foi baleado mortalmente, no passado dia 25 de fevereiro.
O episódio aconteceu pouco tempo depois de ter fechado o seu estabelecimento, pelas 20h00, localizado em Pretoria West, na África do Sul. Ao JM, um familiar da vítima contou que tudo aconteceu quando João Alberto da Silva se dirigia para o automóvel, onde esperava a esposa, Zezinha de Abreu Silva. No caminho, o madeirense foi abordado por três indivíduos armados que abriram fogo à queima-roupa, atingindo-o com quatro disparos, um na clavícula e outros três na área da cavidade abdominal.
De realçar ainda que hoje, às 18h00, (16h00 na Região) será celebrada uma missa na Igreja de Santa Maria dos Portugueses, em Pretória West, em memória de José Alberto da Silva, de acordo com a informação de Jéssica da Silva, uma das filhas do emigrante assassinado.
Note-se que Pretória (Tshwane) é considerada uma das cidades mais perigosas da África do Sul, onde o roubo e furtos de propriedade, crimes de ódio baseados na etnicidade ou religião e, ainda, corrupção e subornos atingem níveis elevados.
A um outro nível, refira-se que o presidente Cyril Ramaphosa acaba de exonerar das suas funções o comandante-geral da Polícia sul africana, General Khelahla Sitole, por entender que é o melhor para “os interesses do país”, pode ler-se num comunicado.



