O Governo Regional da Madeira, através da Direção Regional das Comunidades e Cooperação Externa, está a acompanhar com muita atenção e proximidade os efeitos da tempestade Ciarán que afetou fortemente a ilha de Jersey, durante esta noite, de quarta para quinta-feira.
“Felizmente, em Jersey, não há vítimas mortais a lamentar, ao contrário do que aconteceu em França”, disse o diretor regional das Comunidades e Cooperação Externa, citado em comunicado de imprensa.
Rui Abreu avançou que na sequência da tempestade, “cerca de 100 famílias ficaram desalojadas, sendo que algumas, poucas, são portuguesas, pelo que é natural que haja madeirenses atingidos, uma vez que a maioria da comunidade lusa residente naquela ilha do Canal é originária da Madeira”. No entanto, “ainda não temos confirmações de madeirenses afetados”.
Para já, continuou o governante, o que se sabe é que o Governo de Jersey e a Câmara Municipal de Saint Helier já estão a providenciar o realojamento e o apoio às vítimas desta tempestade.
Rui Abreu referiu que os ventos de 160 quilómetros/hora deixaram um rasto de destruição em Jersey. “Houve muitas quedas de árvores, houve edifícios, hotéis e casas danificados, houve muitos telhados arrancados, estradas obstruídas, muitas inundações e estragos em alguns negócios. Não sabemos ainda se negócios de madeirenses também foram afetados”.
O responsável pela pasta das Comunidades Madeirenses sublinha que o Governo Regional está solidário com a população de Jersey, e com a comunidade madeirense. “Enviamos um abraço solidário e uma mensagem de esperança aos nossos concidadãos e a toda a população em Jersey”, concluiu.



