Na sua declaração de fim de ano ao BOM DIA, o deputado Paulo Pisco elencou as melhores e as piores coisas de 2024, fazendo igualmente uma projeção para o novo ano.
“Lamento que a política para as comunidades que o governo está a fazer não tenha rasgo nem chama”, disse Paulo Pisco, considerando que o novo Secretário de Estado e o governo marcou de forma negativa a política das comunidades, nomeadamente por ter desaparecido da discussão do orçamento de Estado “a dimensão da língua portuguesa”
O deputado está preocupado com a “crise profunda dos leitorados de língua portuguesa”, temendo que esta situação venha a prejudicar a política de internacionalização da língua, mas acha ainda mais grave ter-se “perdido” a Secretaria de Estado da Internacionalização que ajuda muito “a agregar a dimensão dos empresários da diáspora”.
“Acabar com o PNAID é eliminar uma rede de maior importância”, critica Paulo Pisco, tal como o fim anunciado do Programa Regressar que, segundo o parlamentar, ajudou cerca de 30 mil pessoas.
O fim da propina é “uma das coisas boas” de 2024, afirma Pisco, que recorda ter sido a favor desta medida sem exceção, inclusivamente quando o PS estava no governo.
Paulo Pisco termina a sua mensgaem para 2025 declarando que considera que os portugueses da diáspora são conciliadores, solidários e muito ligados às raizes. “Acreditem no nosso país; que os portugueses sejam promotores da democracia e espero que nos países onde vivem participem na vida cívica e política”, concluiu o deputado do PS.
Fonte: Bom Dia



